Não havia nada de novo naquela manhã cinzenta, e era de um tom infernal o sorriso que Gilbert pintava.
- Frederic, queime as flores! Não deixe que este cheiro doce e juvenil tome as narinas de minha amada. E faça isso rápido, ela despertará assim que o sol transpassar a janela de seu quarto!
E seguindo as ordens do patrão, ele sai a caça de flores ao redor da casa. Num balde sujo, ele deposita as rosas encontradas nas mesas do corredor e hall de entrada. "Tão belas são estas rosas, porque Gilbert não as quer perto da Srt. Jane?". E neste instante, enquanto Frederic se deliciava com o perfume de um belo botão de rosa, os pássaros passaram a cantar mais alto no topo das verdes arvores, o dia cinza passou a ser azul e raios de sol eram vistos pelos olhos, agora delicados, de Frederic! Sentia a magia das flores quando lembrou do que fora designado a fazer, e com muito pesar jogou ao fundo do balde aquela linda flor. Ainda encontrara Margaridas, Rosas amarelas e azuis, Orquídeas e Lírios. Todas foram colocadas no fundo daquele velho balde, e um perfume muito peculiar surgia desta mistura.
Frederic passava com seu balde carregado de flores pela frente do quarto de Srt. Jane, quando ela acordou de um susto repentino. Não fora o sol que a despertara e sim o belo perfume que exalava daquele balde. Sentindo suas narinas se abrirem para aquele cheiro, ela levantou da cama, e ainda usando seu traje de sono, procurou a origem de tal cheiro. Frederic descia as escadas que davam para o jardim quando Srt. Jane exclamou seu nome.
- Frederic! Este odor, de onde vem? Jamais senti algo assim na minha vida! Isto me remete as inúmeras páginas dos livros que passei a vida toda lendo. Por favor, me diga a origem desta essência.
A garota que nunca havia sentido um perfume, implorava para saber a origem daquele que a despertara não só de uma noite de sono, mas de uma vida inteira ilusória. Porém, Frederic que temia demais o nefasto Sr. Gilbert saiu correndo para queimar logo as flores e afastar Srt. Jane do tão perigoso perfume. Frederic se escondeu na casa de ferramentas com o balde cheio de flores e naquele pequeno canto ele chorava, por não poder mostrar a Srt. Jane aquele perfume tão mágico. Enquanto isso, Srt. Jane, que não descera para tomar café, lia um de seus livros preferidos...
"Daí por diante, ela se conservou em seu pequeno quarto no trigésimo sétimo andar do edifício de apartamentos de Bernard, deitada na cama, com o rádio e a televisão permanentemente ligados, a torneira de patchuli a gotejar o perfume, e os comprimidos de soma ao alcance da mão - ali ficou ela; e, no entanto, não era ali que ela estava; achava-se sempre em outra parte, infinitamente longe, fora da realidade, em algum outro mundo onde a música do rádio era um labirinto de cores sonoras, um labirinto deslizante, palpitante, que levava (por que voltas maravilhosamente inevitáveis!) a um centro brilhante de convicção absoluta; onde as imagens dançantes do aparelho de televisão eram os atores de algum filme sensível e cantado, indescritivelmente delicioso; onde o patchuli, caindo gota a gota, era mais do que um perfume - era o sol, um milhão de saxofones, Pope fazendo amor, mas muito mais intensamente, muitíssimo mais, sem cessar." *
Gilbert nesse instante, rumava para o centro da cidade e Frederic ao perceber sua ausencia, pegou uma rosa muito perfumada e saiu correndo para entregar a doce Srt. Jane. Subiu com pressa as escadas e ao entrar no quarto foi logo anunciando:
...
(em breve o desfecho desta história)
quarta-feira, 10 de junho de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Pétalas de dor ( por Ana Cláudia Leite )
O aroma mais doce de minha vida senti,
no momento em que vi nos olhos seus
a bondade de compartilhar o universo comigo,
dando-me a flor mais linda
tornando O vermelho daquelas pétalas
abrigo de minhas descobertas.
tempos depois, vi seu sangue derramar
converteu-se ao amargo, despedaçando essencia
o desespero tomou conta de minha alma
mas com o mais puro dos gestos
hei de vingar-me com benevolencia.
o sol, tão belo, tomou conta de meus olhos
encheu de luz o peito que esvaziou, se esvaiu em dor
em minhas mãos, tomei o corpo daquele que podou a roseira
lavei sua morte em lágrimas, e ternura ali se plantou
cultivando com esmero, todo botão que carrega o recomeço
não irei te esquecer, não enquanto eu viver
após isso, suplico por paz ao teu lado
na cova onde se fez sua morte
na cova onde despejo meu amor.
__
Poema baseado no texto, "As Flores de Frederic", que será publicado na proxima postagem aqui. Por enquanto, fiquem com um breve resumo da história muito bem retratado por Ana Cláudia.
no momento em que vi nos olhos seus
a bondade de compartilhar o universo comigo,
dando-me a flor mais linda
tornando O vermelho daquelas pétalas
abrigo de minhas descobertas.
tempos depois, vi seu sangue derramar
converteu-se ao amargo, despedaçando essencia
o desespero tomou conta de minha alma
mas com o mais puro dos gestos
hei de vingar-me com benevolencia.
o sol, tão belo, tomou conta de meus olhos
encheu de luz o peito que esvaziou, se esvaiu em dor
em minhas mãos, tomei o corpo daquele que podou a roseira
lavei sua morte em lágrimas, e ternura ali se plantou
cultivando com esmero, todo botão que carrega o recomeço
não irei te esquecer, não enquanto eu viver
após isso, suplico por paz ao teu lado
na cova onde se fez sua morte
na cova onde despejo meu amor.
__
Poema baseado no texto, "As Flores de Frederic", que será publicado na proxima postagem aqui. Por enquanto, fiquem com um breve resumo da história muito bem retratado por Ana Cláudia.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Gosto por poesias
Gosto de poesia, das que escrevo e vivo
Das que sinto e então transmito ao papel
Ou as que sinto e não perco tempo,
transmito apenas aos teus ouvidos
Em luxurias, versos de amor
Faço das estrelas palavras, e da noite papel
Escrevo a poesia no infinito, nas curvas do céu
Só pra teres uma noção do que eu sinto
O universo habita meu peito; deleita teu seio
Vive a poesia, o sonho e todos encantos; dentro de mim
Gosto de poesia, quando você me inspira
Ao sentir teu perfume, no meu quarto e teu pescoço
Quando eu ganho ou perco, um beijo seu
E a sua voz no pé do ouvido me faz poetizar
Sinto sua boca macia, molhada; quente; sobre meu rosto
Faço das nuvens meu berço, e é lá que amanheço
Nos braços de uma 'pequena' euforia; amo a tua poesia
E a dinamica do teu abraço é o preço que eu pago
Por causar-te arrepios indevidos, em lugares escondidos
Quando temos que segurar os gemidos e os gritos
Gosto de poesia, quando vejo estrelas durante o dia
Faço das palavras a sua música na melhor harmonia
E quando a lua brilha só nós sabemos o porquê
Ao andar da carruagem e o estalar dos chicotes, estamos vivos
amando conforme manda a poesia
"Quero ficar no teu corpo
Feito tatuagem
Que é prá te dar coragem
Prá seguir viagem
Quando a noite vem..."
Chico Buarque de Hollanda
Das que sinto e então transmito ao papel
Ou as que sinto e não perco tempo,
transmito apenas aos teus ouvidos
Em luxurias, versos de amor
Faço das estrelas palavras, e da noite papel
Escrevo a poesia no infinito, nas curvas do céu
Só pra teres uma noção do que eu sinto
O universo habita meu peito; deleita teu seio
Vive a poesia, o sonho e todos encantos; dentro de mim
Gosto de poesia, quando você me inspira
Ao sentir teu perfume, no meu quarto e teu pescoço
Quando eu ganho ou perco, um beijo seu
E a sua voz no pé do ouvido me faz poetizar
Sinto sua boca macia, molhada; quente; sobre meu rosto
Faço das nuvens meu berço, e é lá que amanheço
Nos braços de uma 'pequena' euforia; amo a tua poesia
E a dinamica do teu abraço é o preço que eu pago
Por causar-te arrepios indevidos, em lugares escondidos
Quando temos que segurar os gemidos e os gritos
Gosto de poesia, quando vejo estrelas durante o dia
Faço das palavras a sua música na melhor harmonia
E quando a lua brilha só nós sabemos o porquê
Ao andar da carruagem e o estalar dos chicotes, estamos vivos
amando conforme manda a poesia
"Quero ficar no teu corpo
Feito tatuagem
Que é prá te dar coragem
Prá seguir viagem
Quando a noite vem..."
Chico Buarque de Hollanda
domingo, 12 de abril de 2009
À quem merece meu amor
Cansados olhos para uma janela com fundo azul
Num lamento blues, um instante de solidão
Vendo as nuvens desenhar o seu contorno
Em branco, como o branco desta delicada pele
Então ao navegar com os olhos pelo céu, desejo te ver
Te amar com a força dos ventos que sopram lá em cima
No alto destes montes de cume frio
Catar as coisas boas ao redor do universo, céu e inferno
Colocar dentro de um poema, e dar apenas para ti
Merecedora de todo inferno e céu,
de todas as palavras que um homem pode pronunciar
Fizeste das minhas noites, dias, das minhas lagrimas sorrisos
E o inverno não vai ser suficiente para esfriar um coração
Que foi cultivado durante todo verão, com calor de outro coração
Saliva e palavra, apenas alma e corpo
O que sinto é algo além disto; só você entende
É o vento que venta movendo as folhas secas no chão,
É um calor que esquenta as mãos quando se tocam,
É a boca tremendo, só por saber que outra a espera,
É este estando sobre aquele, e aquele sobre este
São Deuses, semi-deuses, ateus, pagãos e santos; aqui, amando uns aos outros
Num lamento blues, um instante de solidão
Vendo as nuvens desenhar o seu contorno
Em branco, como o branco desta delicada pele
Então ao navegar com os olhos pelo céu, desejo te ver
Te amar com a força dos ventos que sopram lá em cima
No alto destes montes de cume frio
Catar as coisas boas ao redor do universo, céu e inferno
Colocar dentro de um poema, e dar apenas para ti
Merecedora de todo inferno e céu,
de todas as palavras que um homem pode pronunciar
Fizeste das minhas noites, dias, das minhas lagrimas sorrisos
E o inverno não vai ser suficiente para esfriar um coração
Que foi cultivado durante todo verão, com calor de outro coração
Saliva e palavra, apenas alma e corpo
O que sinto é algo além disto; só você entende
É o vento que venta movendo as folhas secas no chão,
É um calor que esquenta as mãos quando se tocam,
É a boca tremendo, só por saber que outra a espera,
É este estando sobre aquele, e aquele sobre este
São Deuses, semi-deuses, ateus, pagãos e santos; aqui, amando uns aos outros
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Amor (canceriano apaixonado)
Aperto forte contra o peito um travesseiro
Isso, para simular o encanto do seu abraço
Que obviamente não é substituido por algodão
Então, no escuro da noite, deitado no meu quarto
Eu choro baixinho, para ninguém ouvir
Eu temo que as estrelas todas caiam do céu
Só porque estou me sentindo sozinho esta noite
Eu temo que você olhe para cima
E não veja o céu iluminado que lhe prometi
Só porque estou sozinho e as estrelas já não brilham
E a dor não é de perda, e sim saudade
Os olhos que guardam a lembrança da sua imagem
Vertem lágrimas salgadas de saudade inocente
Ainda que eu tenha visto você a tarde inteira
Preciso de mais da sua bondade para me afagar
E minha boca seca diz uma palavra quase inaudível
Que o meu peito sopra atraves das veias do coração
E o meu ouvido se acalma, por saber que tal palavra
Não possui maldade alguma, e só conforto ela me traz
E nas paredes do meu quarto, ela se fixa junto com seu nome
No meu quarto escuro eu procuro o sono que perdi
E eu não posso estar triste só porque não estou com você
Sabendo que jamais fizeste algo para me sentir assim
Acalmo-me enquanto penso na palavra; e o sono vem
Enquanto repito: "amor, amor, amor, amor, amor, amor.."
Isso, para simular o encanto do seu abraço
Que obviamente não é substituido por algodão
Então, no escuro da noite, deitado no meu quarto
Eu choro baixinho, para ninguém ouvir
Eu temo que as estrelas todas caiam do céu
Só porque estou me sentindo sozinho esta noite
Eu temo que você olhe para cima
E não veja o céu iluminado que lhe prometi
Só porque estou sozinho e as estrelas já não brilham
E a dor não é de perda, e sim saudade
Os olhos que guardam a lembrança da sua imagem
Vertem lágrimas salgadas de saudade inocente
Ainda que eu tenha visto você a tarde inteira
Preciso de mais da sua bondade para me afagar
E minha boca seca diz uma palavra quase inaudível
Que o meu peito sopra atraves das veias do coração
E o meu ouvido se acalma, por saber que tal palavra
Não possui maldade alguma, e só conforto ela me traz
E nas paredes do meu quarto, ela se fixa junto com seu nome
No meu quarto escuro eu procuro o sono que perdi
E eu não posso estar triste só porque não estou com você
Sabendo que jamais fizeste algo para me sentir assim
Acalmo-me enquanto penso na palavra; e o sono vem
Enquanto repito: "amor, amor, amor, amor, amor, amor.."
quinta-feira, 26 de março de 2009
É complicado terminar um dia sem te ver

Hoje o dia se despede triste
As nuvens são de concreto
E o asfalto derrete num lamento frio
O silencio ataca ruas frigidas
Olhos cansados na janela
O dia foi cruel até agora
E a alma pede alguma cor
Num fim de tarde pálido
A alegre sinfonia dos pássaros
Serve aos ouvidos e o coração
Um ensaio para felicidade
E uma facada para a solidão
Mas temos prédios gigantes
Que nos protegem das arvores
E temos carros velozes
Que afastam a vida de nós
É complicado terminar um dia
Sem te ver;
É sempre pior que uma despidida
Após te ver;
Não estamos num dia perfeito
Mas gostariamos de estar
Ou simplesmente ir te ver
E deixar as coisas como estão
Deixar este dia acabar
É deixar o amanhã começar
Ignorando vossa tristeza
Horas tristes, passem o mais depressa
O calor que guardo cravado
Escondido no fundo do peito
Este dia triste, não pode levar
Pois pertence não só a mim
Nuvens calmas, pesadas
Sombras escondem prédios
Vento triste, gelado; mórbido
E o som, simplesmente pára
É complicado terminar um dia
Sem te ver;
É sempre pior que uma despidida
Após te ver;
_____
http://namiradofelipe.blogspot.com/
Blog de um paulista inteligente, que tá organizando um concurso bem bacana. Leiam sobre no blog dele.
terça-feira, 24 de março de 2009
Antigo Conto Cômico & Atômico
Caros leitores, por razões que não convém divulgar aqui, decidi excluir o antigo blog 'Conto Cômico & Atômico'. Fato é, que agora dedicarei minha inspiração para este aqui, que recebe o mesmo nome de meu mais novo projeto. Um livro de contos e poesias, que estou organizando. Postarei na sequencia arquivos que deverão ser publicados no livro.
Tive um grande 'booom' hoje pela manhã e todas estas idéias brotaram na minha cabeça, e não vou perder tempo, irei realizar este projeto. Para isso peço ajuda de todos que já conhecem meus trabalhos, e que de certa forma podem ajudar, seja com uma critica, um conselho, com grana (!) e até mesmo se você trabalhar numa editora e pensa em ajudar um jovem escritor cheio de idéias maravilhosas. Quero também intensificar os projetos de cinema que tenho, vou divulgar também, um roteiro meu aqui (não agora.. ) e procuro parcerias para tal trabalhos. Qualquer ajuda é válida.
Idéias brotando na cabeça, me sinto inspirado.. desde que conheci aquela garota. Enfim, vou postar um poema aqui só para não perder o ritmo:
Miss en Scène da libertinagem ou Os campos floridos
Haviam flores, e nas flores cavaleiros medievais
O vinho as banhava, manchando sua reputação
Via-se cavaleiros bebendo o vinho, desfrutando deste doce sabor
E o calor da empolgação descia sobre o jardim
Iluminando os desejos que ali repusavam tranquilos
Então surgem as virgens angelicais nesta cena
E o vinho banha os corpos jovens, as flores as perfumam
Os cavaleiros sobre as putas virgens, despindo-as suavemente
A beleza dos corpos são expostos para a luz libertina
E o que se vê então, pode ser forte para as crianças frente a televisão
Miss en scène da luxuria e libertinagem sobre os campos floridos
Ninguém resiste aos encantos do belo sexo, e nesta volúpia, se perdem nas horas
Um cavaleiro desfruta de tres belas virgens, sobre os olhos de todos
Selvagens brutos delicados acoplados numa só virgem
E nesta insana que vos pinto, a libertinagem também é divina
Os crimes de todos pecadores sobre plena luz do dia
As flores do jardim, o vinho, as virgens e os cavaleiros
Odores confusos, e o perfume que impera é o das flores
Todos vibrando na mesma frequencia, e os corpos se esfregando
Até que, num ultimo subito todos gozam, e os corpos jorram satisfação
Tive um grande 'booom' hoje pela manhã e todas estas idéias brotaram na minha cabeça, e não vou perder tempo, irei realizar este projeto. Para isso peço ajuda de todos que já conhecem meus trabalhos, e que de certa forma podem ajudar, seja com uma critica, um conselho, com grana (!) e até mesmo se você trabalhar numa editora e pensa em ajudar um jovem escritor cheio de idéias maravilhosas. Quero também intensificar os projetos de cinema que tenho, vou divulgar também, um roteiro meu aqui (não agora.. ) e procuro parcerias para tal trabalhos. Qualquer ajuda é válida.
Idéias brotando na cabeça, me sinto inspirado.. desde que conheci aquela garota. Enfim, vou postar um poema aqui só para não perder o ritmo:
Miss en Scène da libertinagem ou Os campos floridos
Haviam flores, e nas flores cavaleiros medievais
O vinho as banhava, manchando sua reputação
Via-se cavaleiros bebendo o vinho, desfrutando deste doce sabor
E o calor da empolgação descia sobre o jardim
Iluminando os desejos que ali repusavam tranquilos
Então surgem as virgens angelicais nesta cena
E o vinho banha os corpos jovens, as flores as perfumam
Os cavaleiros sobre as putas virgens, despindo-as suavemente
A beleza dos corpos são expostos para a luz libertina
E o que se vê então, pode ser forte para as crianças frente a televisão
Miss en scène da luxuria e libertinagem sobre os campos floridos
Ninguém resiste aos encantos do belo sexo, e nesta volúpia, se perdem nas horas
Um cavaleiro desfruta de tres belas virgens, sobre os olhos de todos
Selvagens brutos delicados acoplados numa só virgem
E nesta insana que vos pinto, a libertinagem também é divina
Os crimes de todos pecadores sobre plena luz do dia
As flores do jardim, o vinho, as virgens e os cavaleiros
Odores confusos, e o perfume que impera é o das flores
Todos vibrando na mesma frequencia, e os corpos se esfregando
Até que, num ultimo subito todos gozam, e os corpos jorram satisfação
Assinar:
Postagens (Atom)
